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Expectativa de inflação para este ano recua, diz Copom
Segundo o Conselho Monetário Nacional as projeções para a inflação diminuíram, em relação ao valor considerado na reunião realizada em abril
De acordo com a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), realizada na semana passada, a estimativa para a inflação deste ano teve queda nos últimos 45 dias. Segundo BC, o cenário de referência estima um câmbio estável de R$ 2,20 e juros sem alteração, em 11% ao ano. A ata da reunião foi divulgada nesta quinta-feira (5).

O Copom aumentou a Selic por nove vezes seguidas, até que na reunião do dia 28 de abril, optou por manter a taxa em 11% ao ano. O índice é usado nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

Para o Conselho Monetário Nacional (CMN) as projeções para a inflação diminuíram, em relação ao valor considerado na reunião realizada em abril.

Na ata, o Copom diz que “a elevada variação dos índices de preços ao consumidor nos últimos 12 meses contribui para que a inflação ainda mostre resistência”. Segundo o comitê, isso ocorre porque há, atualmente, dois “importantes processos de ajustes de preços”: realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais e dos preços administrados em relação aos livres. “O comitê reconhece que esses ajustes de preços relativos têm impacto direto sobre a inflação e reafirma sua visão de que a política monetária [definição da taxa Selic] pode e deve conter os efeitos de segunda ordem deles decorrentes”.

O comitê lembra que para combater essas e outras pressões inflacionárias houve aumento da Selic, “mas o comitê avalia que os efeitos da elevação da taxa sobre a inflação, em parte, ainda estão por se materializar. Além disso, é plausível afirmar que, na presença de níveis de confiança relativamente modestos, os efeitos das ações de política monetária sobre a inflação tendem a ser potencializados”, acrescenta o Copom, na ata.

Entenda os ajustes na Selic

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Ao manter a Selic, o comitê indica que considera que as elevações anteriores foram suficientes para gerar os efeitos esperados sobre a inflação.

Eletricidade e Telefonia

Durante a reunião o Comitê reajustou a estimativa para a projeção dos preços da eletricidade. Passou de 9,5% para 11,5%. Já nos preços da telefonia fixa a projeção passou de estabilidade para redução de 4,2%.
Fonte: Portal Brasil em 05/06/2014
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